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sangramento de escape

Já teve algum sangramento fora do seu período menstrual? Isso pode acabar sendo o sangramento de escape. Apesar de ser pequeno e durar pouco tempo, isso pode significar diversos problemas de saúde. É importante cuidar disso e, inclusive, procurar um ginecologista.

Dessa maneira, o Blog da UnicPharma separou tudo sobre isso.

O que é sangramento de escape?

Também chamado de spotting, o sangramento de escape se trata daquele que acontece fora do período menstrual. Geralmente, acaba sendo um pequeno sangramento que ocorre entre os ciclos menstruais, durando cerca de 2 dias.

Se torna algo normal quando acontece depois de exames ginecológicos ou após a mudança de contraceptivo. Dessa forma, não é necessário tratamento e não indicada problemas de saúde. Contudo, quando fora do período menstrual, pode indicar sinal de gravidez, principalmente quando surge 2 a 3 dias depois do contato íntimo desprotegido, por exemplo. Além disso, também pode ser sintoma de pré-menopausa.

Principais causas

São inúmeras as causas para o sangramento de escape acontecer. Conheça:

Mudança de método contraceptivo

A mudança do método contraceptivo acaba sendo uma causa frequente do sangramento de escape. Dessa forma, geralmente acontece nos primeiros dias depois da troca, pois há uma variação dos níveis hormonais.

  • O que fazer: caso seja por conta da troca do tipo de anticoncepcional e seja leve, recomenda-se esperar uma semana depois da mudança para que o corpo regularize os níveis hormonais. Enquanto isso, quando o sangramento for contínuo, vá ao ginecologista para que seja avaliado se o sangramento é realmente causado pela mudança do método contraceptivo.

Estresse

Uma das principais causas do sangramento de escape, o estresse faz com que a mulher se sinta sobrecarregada e limitada para realizar as suas atividades. Dessa forma, acontece um descontrole emocional, que leva ao sangramento fora do período menstrual.

  • O que fazer: recomenda-se que faça atividades físicas ou aromaterapia, a fim de ajudar a relaxar. Enquanto isso, em casos moderados a graves, onde o estresse causa mal estar físico, o indicado é que se consulte um psicólogo, a fim de combater situações de estresse e seus efeitos.

Síndrome do ovário policístico

A síndrome do ovário policístico acontece quando há a presença de cistos no ovário. Isso acontece por conta de um desequilíbrio hormonal, que pode causar alterações no ciclo menstrual – e isso inclui o sangramento de escape.

  • O que fazer: o tratamento neste caso inclui mudanças no estilo de vida, como a prática de exercícios físicos e uma dieta equilibrada, visando a perda de peso. Em casos onde os sintomas acabam sendo mais graves, o médico pode indicar o uso de anticoncepcionais orais, a fim de regular o ciclo menstrual.

Problemas na tireoide

As alterações na tireoide podem causar sangramentos fora do período menstrual. Isso aconteceu porque os hormônios da tireoide influenciam no funcionamento do sistema reprodutivo, interagindo com os hormônios femininos, como estrogênio e progesterona. Dessa forma, causa alterações no ciclo menstrual, acontecendo o sangramento de escape e, inclusive, a dificuldade para engravidar.

  • O que fazer: recomenda-se a consulta a um endocrinologista, a fim de que seja feita uma avaliação da função da tireoide e confirmar a alteração, a fim de encontrar o tratamento adequados, que pode envolver o uso de hormônios sintéticos.

Pólipos uterinos

Comuns durante a menopausa, os pólipos uterinos podem acontecer em mulheres mais jovens também. Dessa maneira, tende a causar dificuldades para engravidar e alterações na menstruação, como um ciclo irregular e sangramento de escape. Este último, inclusive, acontece geralmente após relação sexual, com dores na parte de baixo do abdômen, que piora durante a menstruação.

  • O que fazer: geralmente, os pólipos uterinos não necessitam tratamento. Contudo, o médico pode recomendar um tratamento, caso haja o risco de desenvolvimento de câncer.

Infecções

Algumas infecções vaginais, causadas por parasitas, fungos ou bactérias, podem causar sangramento depois de ter relações sexuais – e isso inclui as infecções sexualmente transmissíveis. Caso o tratamento adequado não seja iniciado, as relações sexuais podem agravar o caso.

  • O que fazer: o tratamento depende do tipo de infecção. Dessa maneira, o médico pode indicar o uso de medicamentos para combater o agente responsável pela infecção.

Após exames ginecológicos

Como alguns procedimentos ginecológicos podem ser invasivos, como o papanicolau, por exemplo, é comum haver pequenos sangramentos. Neste caso, não se faz necessário qualquer tratamento. Contudo, se durar mais de 2 dias ou ter uma quantidade moderada ou grave, é importante consultar um ginecologista para que seja realizada uma avaliação.

Sangramento de escape após a relação sexual

O sangramento depois de uma relação sexual não acaba sendo algo normal – apenas quando se trata da primeira relação, onde há o rompimento do hímen. Porém, algumas causas podem gerar o sangramento depois de uma relação sexual, como:

  • Infecções sexualmente transmissíveis (IST);
  • Traumas durante a relação sexual;
  • Presença de feridas no colo do útero;
  • Falta de lubrificação da vagina;
  • Câncer de colo uterino;
  • Cistos no ovário;
  • Endometriose.

Quando ir ao médico?

Quando o sangramento de escape acaba sendo excessivo, recomenda-se ir ao ginecologista. É importante que não dure mais de 3 dias e em mais de 3 ciclos, assim como precisa-se cuidado quando acontecer após a relação sexual e quando acontece sangramento vaginal durante a menopausa.

Dessa maneira, quando for estes casos, o médico pode fazer exames de diagnóstico, como papanicolau, ultrassonografia ou colposcopia. Assim, acaba sendo possível avaliar o sistema reprodutor da mulher e também identificar se existe algum problema que esteja causando o sangramento. A partir disso, então, é possível começar com um tratamento adequado, caso seja necessário

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