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Celulite: O maior incômodo feminino

Só de ouvir a palavra, as moiçolas só faltam arrancar os cabelos de tanto pensar em como eliminar o mal, comum na região das coxas, nádegas e abdômen.

Mas antes do tratamento, temos que entender que a celulite, conhecida também como lipodistrofia ginóide, é um processo inflamatório do tecido celular subcutâneo ou gordurinhas e buraquinhos indesejáveis que tanto incomodam a grande maioria das garotas. Alias, a mulher não precisa ser gorda para ter celulite e não, necessariamente, quando se engorda, ela aparece.

Os cuidados devem ser diários para que a aparência casca de laranja seja amenizada. A celulite é desencadeada pelo acúmulo de gordura, associada com a retenção líquida e, conseqüentemente, o aumento da pressão nos adipócitos, que são as células de gordura, o que leva à compressão dos vasos sanguíneos e linfáticos, agravando ainda mais o problema. Ou seja, quanto menos cuidados se tem, mais ela aumenta, como um ciclo vicioso.

Um quadro de origem genética, a celulite está diretamente relacionada aos hormônios femininos que piora com stress, roupas apertadas, gravidez, uso de anticoncepcionais, por exemplo.

Existem quatro graus de celulite, que vão desde aquele que não é visível a não ser que se aperte a região, até à formação de nódulos e depressões que doem. Importante é entender que por se tratar de uma tendência genética, a mulher conviverá com ela eternamente e, portanto, a necessidade de tratar diariamente da região e da alimentação. Reeducação alimentar é a primeira ação, pois manter o peso é fundamental. Se exercitar diariamente ou o mais freqüente possível.

Dê preferência pelas atividades aeróbicas e anaeróbicas. Não é novidade, mas essencial para a saúde e beleza, é ingerir de dois a três litros de água por dia. Mas não se anime, pois os hábitos mencionados são apenas o início do caminho para amenizar o incômodo.

Tratamentos estéticos são outras armas na guerra contra o mal. Há vários métodos de tratamento e o melhor resultado aparece com a associação do maior número possível deles. O mais comum e preferido é a drenagem linfática (manual ou com aparelhos, tipo Endermologia), que por meio de manobras estimula-se a eliminação do excesso de líquido retido pelo corpo. Quando se tem o grau três ou quatro, o ideal é fazer a massagem de duas a três vezes por semana.

Quando a melhora acontece, a mulher pode optar por sessões semanais. Estimulação elétrica, ultra-som, infiltração de substâncias (mesoterapia) são outras opções que podem ser usadas. A pessoa tem que entender que não existe milagre e os tratamentos só terão resultados se paralelamente, tiver uma boa alimentação e ingestão de água, no mínimo.

Um truque para potencializar os resultados é a aplicação diária, com massagens, de cremes anticelulites. A indústria cosmética evolui e há no mercado inúmeras marcas que amenizam a lipodistrofia.

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