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Conheça os quatro estágios da sífilis

dentificar os sintomas nos primeiros estágios ajudar a evitar complicações

A sífilis é uma doença associada a um importante problema de saúde pública. Estima-se haver 12 milhões de novos casos por ano, segundo a OMS. Atualmente, segundo dados do Ministério da Saúde, a sífilis é uma das doenças em epidemia no Brasil e é considerada uma infecção grave, pois pode colocar em risco a saúde do portador e, em caso de gestantes, a saúde do bebê se não tratada.
Isso porque, além da forma mais comum de transmissão, que é a sexual – por meio de sexo vaginal, anal e oral sem proteção – e por transfusão de sangue, a sífilis pode ser transmitida para a criança durante a gestação ou o parto. O aumento da incidência está relacionado principalmente a relação sexual, principalmente oral, desprotegida.
Sífilis primária
Nessa fase, a sífilis se manifesta como uma única úlcera no local por onde a bactéria teve contato – boca, vagina, pênis, ânus ou outros – O período de manifestação pode variar entre 10 dias a 3 meses após o contágio. Geralmente a ferida não dói, não coça, não tem secreção e costuma desaparecer de forma espontânea depois de 2 a 6 semanas. Portanto é comum que ela seja ignorada pelo paciente, assim adiando o diagnóstico e tratamento.
Sífilis secundária
Esse estágio da sífilis, que acontece de 6 semanas a 6 meses após a primeira manifestação, os sintomas podem ser diferentes, como manchas avermelhadas no corpo, inclusive nas palmas das mãos e plantas dos pés. Podem ser confundidas com outras manifestações de pele, como alergias e também desaparecem de forma espontânea em algumas semanas.
Sífilis latente
Existem dois tipos de sífilis latente: a recente, de paciente com menos de 2 anos de contágio, e a tardia, após esse período. Sua característica principal é não apresentar sintomas. Podem ocorrer recaídas mesmo em pessoas imunocompetentes, podendo neste caso, apresentar sintomas de característica da fase secundária e terciária. Na maioria das vezes, nessa fase, o diagnóstico só é realizado por meio de testes imunológicos devido a alguma suspeita.
Sífilis terciária
O estágio mais perigoso da doença, mas também o mais demorado, já que pode surgir depois de décadas do contágio, se o paciente não se submeter ao tratamento. As manifestações são em forma de lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, que podem ser graves a ponto de levá-lo a óbito.
Sífilis congênita
É chamada de sífilis congênita a infecção em bebês, quando transmitida pela mãe durante a gravidez ou parto. A criança pode apresentar sintomas leves ao nascer ou sequelas permanentes, como também a infecção pode levar ao aborto e óbito fetal – o que acontece em 40% dos casos. Caso a gestante seja tratada durante a gravidez, os riscos para o feto são menores.

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