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O enjoo não passa. E agora?

O enjoo constante pode ser sinal de problemas gastrointestinais e até de fundo emocional

O enjoo que não passa é sintoma comum em crianças (mais expostas a viroses), mulheres grávidas (por questões hormonais, com duração até o segundo trimestre mais ou menos) e pacientes submetidos a tratamentos de câncer (quimioterapia).
Quem não pertence a esse grupo, deve considerar problemas gastrointestinais ou de fundo emocional como causas.
Vamos começar pela gastrite, que é uma inflamação do estômago, que, além do enjoo constante, também pode provocar queimação, azia e desconforto na região abdominal.
O sintoma também pode ser alerta para refluxo gastroesofágico, que ainda causa queimação no peito, regurgitação do ácido gástrico, dificuldade para engolir, dor no peito e arrotos frequentes.
Ainda tem a inflamação no duodeno (a parte inicial do intestino delgado), que pode provocar sensação de enfartamento após as refeições, falta de apetite e soluços, além do enjoo constante.
Também pode-se considerar como causas a gastroparesia (mau funcionamento dos músculos do estômago), uso de anestesia geral, enxaqueca, abuso de álcool e/ou substâncias tóxicas, rotavírus, vertigem e intoxicação alimentar.
Sim, a lista para explicar um enjoo que não passa é grade e ainda pode incluir aspectos de fundo emocional como depressão e ansiedade crônica.
É preciso procurar um médico e até atendimento de emergência quando o enjoo impede a alimentação adequada e/ou traz outros sintomas como forte dor de cabeça, torcicolo, letargia, vômito com sangue, elevação de pressão arterial, febre, vômito e diarreia combinados e/ou dor abdominal intensa. 
Até que consiga ajuda, você pode melhorar a sensação de enjoo com medidas simples como beber pequenas quantidades de água, comer gengibre, permanecer sentado e evitar ler ou usar celular, especialmente com o corpo em movimento.
Só um médico pode identificar corretamente as causas do enjoo frequente e indicar o tratamento adequado para o seu caso.

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