Insuficiência renal: entenda as causas e opções de tratamento - Blog Unicpharma
153125 Insuficiencia Renal Entenda As Causas E Opcoes De Tratamento

Insuficiência renal: entenda as causas e opções de tratamento

Os rins possuem funções vitais em nosso organismo. São eles que filtram o sangue, eliminando toxinas e retirando o excesso de água do organismo. Quando o processo de filtração falha, surge a insuficiência renal, uma doença grave que deve ser acompanhada de perto por um médico nefrologista.
Continue lendo este post para obter mais informações sobre a insuficiência renal. Acompanhe!

Quais são as causas da insuficiência renal?

Há dois tipos de insuficiência dos rins, cada um com suas possíveis causas, sintomas e prognósticos. Saiba mais!

Insuficiência renal aguda

Essa doença também pode ser chamada de lesão renal aguda e é caracterizada pela perda repentina da capacidade filtrante dos rins. Seu desenvolvimento pode levar alguns dias ou apenas poucas horas. Quando diagnosticada e tratada precocemente, a insuficiência renal aguda pode ser revertida.
A insuficiência renal aguda é mais comum em pacientes hospitalizados ou que apresentam alguma dessas condições:

  • falhas na circulação sanguínea renal;
  • infecções graves
  • uso de medicamentos (tóxicos aos rins);
  • entupimento dos ureteres, os canais que transportam a urina para a bexiga.

Insuficiência renal crônica

A doença renal crônica, como também é conhecida, é a perda lenta e gradual da atividade dos rins. A insuficiência renal crônica geralmente não é revertida, mas pode manter-se estável caso seja acompanhada pelo especialista. Ela pode ser desencadeada por diversas condições que prejudicam o funcionamento renal, tais como:

  • diabetes tipo 1 ou tipo 2;
  • hipertensão arterial;
  • doenças autoimunes.
  • Doença renal policística, uma doença que passa dos pais para os filhos;
  • Doenças cardíacas;
  • Doenças da Prostata.

Como a insuficiência renal é diagnosticada?

A insuficiência renal, seja ela aguda ou crônica, traz uma série de sintomas para o portador da doença. Na Insuficiência Renal Crônica muitos podem não apresentar sintomas, pois o corpo tem tempo para se adaptar às alterações, com os sintomas só aparecendo em fase avançada da doença. Veja alguns deles:

  • cansaço intenso;
  • náuseas e vômitos;
  • inchaço.
  • Pressão arterial muito alta
  • Arritmia cardíaca
  • Falta de apetite

Os exames de rotina podem detectar problemas no funcionamento dos rins. Na análise do sangue acompanha-se os valores de creatinina, ureia, sódio, potássio e outras substâncias que indicam que a filtração renal está comprometida  e a avaliação da urina do paciente permite avaliar a presença de proteínas ou outros marcadores de lesão renal.
Os exames de imagem — como a ultrassonografia, a ressonância magnética e a tomografia computadorizada — também podem ser usados na investigação da doença. Em alguns casos, o médico pode solicitar uma biópsia de tecido renal para averiguar as causas da insuficiência.

Como é feito o tratamento para a insuficiência renal?

O tratamento deve atacar as causas do problema. Veja alguns exemplos:

  • a circulação nos rins deve ser restaurada, caso ela esteja comprometida;
  • as obstruções no trato urinário devem ser removidas;
  • o uso de medicamentos que causam a insuficiência deve ser suspenso;
  • as infecções devem ser combatidas com remédios apropriados.
  • Controle adequado do diabetes, hipertensão, doença cardíaca

Nos casos de insuficiência renal grave, quando as toxinas que se acumulam no organismo, elas podem ser removidas por meio da hemodiálise. Nos casos em que não é possível recuperar os rins, o transplante renal passa a ser considerado.
Durante o acompanhamento, é recomendada uma dieta especial. Assim, devem ser evitados alimentos ricos em proteínas, sal e potássio. Pacientes com insuficiência renal grave não podem comer carambola.
Como qualquer problema de saúde, a insuficiência renal tem maiores chances de melhora ou estabilidade do quadro quando diagnosticada precocemente. Por isso os check-ups médicos são muito importantes e contribuem positivamente para a qualidade de vida do paciente.

 

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