His Pain Just Shot Up From Mild To Severe

Conheça a doença que pode colar os ossos da coluna

Dores intensas nas costas que pioram com repouso são características da espondilite anquilosante

Chamada clinicamente de espondilite anquilosante, essa inflamação reumática crônica, que afeta mais homens até os 40 anos de idade, acomete as grandes articulações do corpo. Mais frequentemente, a coluna vertebral e os ombros.

Por se tratar de uma condição de caráter progressivo, seus sintomas vão se agravando com o tempo e uma das consequências são os ossos da coluna “se colarem” um nos outros, deixando-os menos flexíveis.

Quais os sintomas da espondilite anquilosante?

O principal sintoma da espondilite anquilosante é a dor intensa nas costas – principalmente na região lombar – que, ao contrário da maioria das doenças, piora com o repouso e ameniza conforme o paciente se movimenta. É comum que ela irradie para as pernas.

Esse sintoma costuma durar mais de três meses e desaparecer espontaneamente. O grande problema é que, além de as dores depois retornarem, a doença continua evoluindo nesse período e pode causar outras manifestações e complicações, tais como:

  •         Curvatura da coluna;
  •         Rigidez da coluna;
  •         Expansão dos pulmões;
  •         Fibrose pulmonar;
  •         Deformidades nas articulações dos ombros e quadris;
  •         Uveíte;
  •        Colite ulcerativa (com possibilidade de formação de fistulas intestinais);
  •        Psoríase;
  •         Doenças cardíacas;
  •         Possíveis alterações de humor e/ou quadros de depressão.

Como tratar a espondilite anquilosante?

Além de progressiva, a espondilite anquilosante é uma doença sem cura, por isso o diagnóstico precoce é tão importante. Os tratamentos visam controlar a evolução da doença, evitar deformidades articulares e diminuir o incômodo dos seus sintomas.

Após avaliação de um reumatologista, o tratamento indicado é à base de medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares e fisioterapia para fortalecimento e mobilidade das articulações, com exercícios posturais e respiratórios. A cirurgia só é necessária em casos mais avançados em que é preciso substituir a articulação do quadril.

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