Cigarro eletrônico: mitos e verdades - Blog Unicpharma
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Cigarro eletrônico: mitos e verdades

O cigarro eletrônico é um dispositivo à bateria que é utilizado para fumar. Em todas as suas versões estão presentes inúmeras substâncias cujos efeitos ainda não são completamente conhecidos. A forma como o produto vem sendo divulgado leva a crer que é menos nocivo do que o cigarro convencional. E isso é um engano. Vamos conhecer mitos e verdades sobre o cigarro eletrônico.

O cigarro eletrônico não vicia.

MITO. O cigarro eletrônico contém um cartucho que armazena nicotina líquida, água, substâncias aromatizantes e solventes, como glicerina e propilenoglicol. De acordo com o Ministério da Saúde, toda e qualquer forma de nicotina causa dependência.

Cigarro eletrônico é proibido no Brasil.

VERDADE. Como medida de precaução e proteção à saúde da população, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbe a comercialização, importação e propaganda de quaisquer dispositivo eletrônico para fumar.

Não existem doenças relacionadas ao seu uso.

MITO. Estudos já demonstraram que o cigarro eletrônico aumenta o risco de infarto agudo do miocárdio e de doenças respiratórias e pulmonares, como a asma. Além disso, possui em sua composição substâncias reconhecidamente cancerígenas.

O cigarro eletrônico ajuda a parar de fumar o cigarro comum.

MITO. O uso de cigarro eletrônico não é tratamento. Inclusive, pode piorar o tabagismo. De acordo com o Ministério da Saúde, há evidências de que fumantes que usam o produto têm menos chance de deixar de fumar porque passam a usar tanto o cigarro eletrônico quanto o convencional.

O cigarro eletrônico é ainda mais perigoso para adolescentes.

VERDADE. Um estudo americano avaliando adolescentes de 14 anos que usavam cigarro eletrônico concluiu que eles têm mais risco de passar a usar qualquer produto derivado do tabaco no prazo de um ano. Os especialistas do Ministério da Saúde lembram que a nicotina presente em qualquer versão de cigarro afeta o desenvolvimento cerebral do adolescente, aumentando o risco de déficit de atenção e transtornos ansiosos e depressivos.

O cigarro eletrônico não polui o meio ambiente.

MITO. Diferentemente do cigarro tradicional, o cigarro eletrônico não queima tabaco e, portanto, não produz monóxido de carbono: substância conhecidamente poluente. No entanto, quando os aditivos do produto são aquecidos, formam um vapor cheio de substâncias que podem, sim, prejudicar o meio ambiente.

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