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Dicas para controlar a rosácea

Além do tratamento indicado pelo médico, o paciente precisa de alguns cuidados com a pele e a alimentação

A rosácea é uma doença dermatológica que afeta principalmente a pele facial de pessoas entre os 30 e 50 anos. A região acometida fica facilmente irritada e avermelhada até ir criando algumas lesões que lembram as lesões de acne, como pápulas e pústulas. Sintomas oculares, como olhos secos com sensação de corpo estranho ou “areia nos olhos” e até blefarite, podem acompanhar o quadro cutâneo.
A genética e o histórico familiar influenciam no aparecimento da condição, que pode ter vários gatilhos ou fatores precipitantes, como o tempo seco, mudanças bruscas de temperatura, prática de exercício físico, consumo de alimentos ou bebidas quentes, além de fatores emocionais como ansiedade e estresse. Mas, além do controle emocional e do acompanhamento com um dermatologista para o tratamento correto, existem alguns cuidados que você pode seguir para evitar as crises da doença.
Higienização e proteção da pele
Como a pele do rosto é mais sensível, ela já necessita de cuidados específicos normalmente. Porém, quem possui rosácea precisa se atentar ainda mais aos produtos utilizados para a limpeza da pele, que devem ser escolhidos e usados conforme orientação médica. 
Além disso, é importante tomar cuidado com o uso constante de produtos de maquiagem. O ideal é checar com o seu médico quais e com que frequência são seguros. Já o filtro solar para proteção deve ser de uso diário.
Alimentos e bebidas
De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a ingestão de algumas substâncias pode ser um agravante para as crises da rosácea. Entre elas estão os alimentos condimentados e/ou apimentados, bebidas alcoólicas ou muito quentes. Se possível, consumir em pouca quantidade. Siga as orientações do médico para o seu caso.
Outros gatilhos
A exposição solar por muito tempo, mesmo com o uso do protetor, pode desencadear a doença. Isso porque as altas temperaturas deixam a pele mais seca e irritada. Por isso, horários em que a luz solar está menos intensa são mais indicados para pacientes com rosácea (antes das 10h e depois das 16h). Exercícios físicos extenuantes ou em locais fechados com pouca circulação de ar também são um fator de risco para novas crises.
O tratamento da rosácea
Antes de mais nada, o dermatologista irá identificar o grau da rosácea apresentada pelo paciente. A partir desse diagnóstico, o tratamento pode envolver uma combinação de medicamentos tópicos, antibióticos orais, laser e/ou luz pulsada e, quando muito grave, podem ser necessários procedimentos cirúrgicos para correção de cicatrizes ou deformidades.

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