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Os perigos da úlcera gástrica

Condição pode provocar hemorragia e perfuração nos órgãos digestivos

As úlceras gástricas, também conhecidas como úlceras pépticas, são lesões geralmente causadas por estresse, fatores genéticos, distúrbios fisiológicos (como, por exemplo, maior produção de ácido estomacal), uso constantes de medicamentos anti-inflamatórios e aspirinas ou por causa da bactéria Helicobacter pylori, que gera uma infecção no estômago.
Além da sensação incômoda de dor e queimação no estômago entre refeições e durante à noite, o que já diminui a qualidade de vida do paciente, a úlcera gástrica pode ter outras consequências mais graves para a saúde.
Complicações 
Quando o estômago não está saudável, os ácidos começam a atacar o revestimento dos órgãos envolvidos na digestão, assim levando as úlceras gástricas e por vezes do duodeno também.
Isso pode resultar em algumas complicações se não diagnosticado e tratado a tempo, como a hemorragia digestiva alta (que se manifesta por meio de vômitos com sinais de sangue e fezes escuras ou avermelhadas) e a úlcera perfurada (dor abdominal de forte intensidade, início súbito e piora do estado clínico).
Em alguns casos, a hemorragia consegue ser controlada facilmente com tratamento endoscópico e  em outros quando ela é volumosa e refratária a intervenção endoscópica, se faz necessário a intervenção cirúrgica imediata, assim como na úlcera perfurada. Dependendo da gravidade que se encontra o caso, a taxa de mortalidade é relevante.
O que fazer
O indicado é procurar ajuda médica da área de gastroenterologia ao perceber qualquer um dos sintomas. Sensações de queimação e dores no estômago constantes também podem significar gastrite, condição que muitas vezes antecede a úlcera gástrica e pode ser tratada e controlada com mais facilidade, evitando complicações.
O diagnóstico é realizado por meio do exame de endoscopia, a pedido do médico, o que permite a avaliação do esôfago, do estômago e do duodeno. O tratamento depende da causa e do grau em que a doença se apresenta.
Outros cuidados necessários diante da condição são: seguir uma alimentação saudável e em pequenas quantidades, evitar bebidas alcoólicas e com cafeína, não fumar e suspender o uso de medicamentos que prejudicam à mucosa estomacal (anti-inflamatórios e aspirina).

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